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Por que choras?

Preste atenção e reconheça a voz de Jesus no meio do seu sofrimento

Lendo João 20: 11-18, vemos que Maria Madalena tinha muitas razões para chorar naquele dia. Jesus havia sido crucificado, não houve tempo para velar seu corpo e ter um momento de despedida. Tudo aconteceu de forma absurdamente trágica. Ele ficou por seis horas na cruz e quando retiraram o corpo, já o envolveram em lençóis; José de Arimatéia e Nicodemos o sepultaram.


Imagine o quanto Maria Madalena chorou. Aquele que havia mudado sua história já não vivia mais, a esperança de uma vida que vale a pena ser vivida havia acabado, não existia mais razão de viver.

Aos olhos de Maria Madalena tudo parecia perdido. Para completar a tragédia, ela imaginou que tivessem roubado o corpo de Jesus. No terceiro dia após o sepultamento ela foi ao sepulcro e o corpo não estava lá.

Quanto choro, quanta dor! Jesus estava atrás de Maria Madalena, e perguntou: Mulher, por que choras? “Ela não o reconheceu, achou que fosse o jardineiro, disse: Senhor se sabe pra onde levaram Jesus me diz logo”.

Ela ainda não sabia o que estava por vir e por isso chorava desconsolada. O desespero era tanto, somado a dor e lágrimas que ela não reconheceu a voz de Jesus.

Quantas vezes em nossas vidas estamos tão angustiados, atribulados, desesperados, que acabamos não reconhecendo quando o Senhor fala conosco também, e os sentimentos de tristeza só aumentam.

A mesma pergunta é feita a mim e a você: Por que choras?

O Senhor Deus que vê todas as coisas, sabe o que você tem passado e o quanto tem chorado, mas hoje Ele pergunta: por que choras?

Pelo seu esposo que não se rende? Por sua esposa que não lhe respeita?

Pelos seus filhos que se desviaram? Que se perderam em vícios e coisas mais?

Por sua família que está desmoronando aos poucos?

Por uma promessa que não se cumpre nunca?

Por sonhos que não se realizam?

Por sua saúde, por dores que você sente?

Por sua condição financeira? Por seu trabalho?

Por desilusão, depressão, decepção, medo, mágoas?

Por que você chora, pergunta o Senhor?

A palavra de Deus diz: O choro pode durar uma noite, mas a alegria vêm pela manhã (Sl.30.5). Diz também: Os que com lágrimas semeiam, os que com lágrimas plantam, com júbilo, com alegria, ceifarão (Sl 126.5).

Instantes depois, Maria Madalena em toda sua comoção, aos prantos, ouviu uma voz dizendo: Maria!

E algo chamou a atenção: não era qualquer voz, de qualquer homem, era a doce voz de Jesus a chamando pelo nome e dizendo que estava ali, que ressuscitara, que havia vencido a morte, que não havia ido para o Pai.

Se você visitar a Índia, e for ao túmulo de Sidarta Gautama (o Buda), pai dos budistas, lá está escrito: “Aqui estão os ossos de um grande homem”. Se você visitar Meca na Arábia Saudita, lá está o túmulo de Maomé, pai dos mulçumanos, contendo a inscrição: “Aqui estão os restos mortais de um grande homem.” Porém, se você for a Jerusalém visitar o túmulo de Jesus, lá está escrito: “Ele não está aqui, Ele ressuscitou!” Ele está vivo e reviveu para lhe dar uma vida em abundância.

Preste atenção: Claro, você pode até chorar momentaneamente, mas hoje, Jesus está te chamando pelo nome e dizendo: Filho(a) não precisa mais chorar, Eu estou aqui, estou vivo, e ao seu lado todos os dias até o fim dos tempos (Mt 28.20).

Maria Madalena respondeu: Raboni (Mestre). Ela reconheceu que era o seu Senhor, ela já sabia que era Jesus, quantas vezes ela não deve ter ouvido Jesus a chamando, ela viveu os últimos anos de sua vida servindo a ele, aos seus pés, ela reconheceria essa voz a quilômetros de distância.

E eu e você? Será que estamos reconhecendo a voz dele?! Será que também temos passado momentos aos seus pés, meditando na sua palavra, mantendo um relacionamento com Cristo, falando com ele e o ouvindo falar?

Falar através da sua palavra, de circunstâncias, de pessoas, de sonhos, da convicção do nosso coração.

Maria conhecia a voz do Seu Mestre.

No desfecho dessa história, Jesus pede para que ela vá e avise aos discípulos; e ela foi e anunciava assim: Vi o Senhor!

Deus quer enxugar todas as suas lágrimas, quer transformar o seu pranto em festa, quer mudar sua vida, sabe pra que? Para que você diga para as outras pessoas: “Eu vi o Senhor!”

Eu vi o Senhor restaurando minha família, eu vi o Senhor curando minha doença, resgatando meus filhos, me libertando dos vícios, eu vi o Senhor realizando meus sonhos, operando maravilhas, eu vi o Senhor!

Por que choras? O Senhor está com você e quer se revelar a você; ouça a sua voz lhe chamando: Filho (a) entregue o teu caminho a mim e tudo mais Eu farei. (Sl 37.5)

Danubia Guarnieri é missionária da IAP na Argentina.
Fonte: Portal IAP

Mensagem a você mulher

No dia 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Nesta data, a mulher é homenageada por sua força, por sua delicadeza, por sua sensibilidade. É homenageada por ser esposa, mãe e profissional. É uma data muito especial, que nos faz refletir sobre o papel da mulher e sua importância para a sociedade.

Na Bíblia temos uma lista de mulheres que tiveram a sua importância reconhecida no Antigo Testamento e no Novo Testamento. Podemos citar como exemplo Joquebede, a mãe que cuidou e protegeu seu filho Moisés; Ana, a esposa que orou por um filho e teve sua oração atendida; Maria, a mulher que abrigou Jesus em seu ventre; e, Priscila, uma grande colaboradora do apóstolo Paulo. Além delas, poderíamos falar de Raabe, de Ester, de Maria Madalena, entre tantas outras. Essas são algumas das mulheres que a Palavra de Deus nos apresenta como mulheres que fizeram diferença em seu tempo. Mesmo com todas as dificuldades e limitações que a própria condição de ser mulher acarretava na época em que viviam, elas cumpriram os projetos de Deus para suas vidas e foram instrumentos de Deus em sua geração.

Essas mulheres viveram em épocas, anos e períodos completamente diferentes, mas algumas coisas elas tinham em comum: o profundo amor a Deus e o anseio de se submeter à vontade do Senhor. Elas lutaram, sofreram, passaram por dificuldades e lutas, enfrentaram problemas e adversidades, mas sempre amaram a Deus e confiaram em seu cuidado, e por isso cada uma delas alcançou inúmeras vitórias. A dedicação de suas vidas ao Senhor proporcionou que cada uma delas fosse como vasos para honra nas mãos de Cristo.

Nós, mulheres do séc XXI, também temos os nossos desafios, a nossa cota de lutas e adversidades. Temos os nossos sonhos, os nossos projetos pessoais, familiares e profissionais. Várias de nós têm jornada dupla e tripla de trabalho. Em determinados momentos podemos pensar: “Será que vamos conseguir administrar essa vida tão corrida?” Mas da mesma maneira que as mulheres dos tempos bíblicos venceram seus problemas, suas lutas e seus dilemas, nós também podemos vencer. De que forma? Amando ao Senhor de todo o nosso coração, nossa alma e entendimento e dedicando nossa vida, nossos sonhos, nossas vontades totalmente a Cristo (Mt 22.27). À medida que nos entregamos ao Senhor e nos submetemos totalmente à sua vontade, que é boa, agradável e perfeita (Rm 12:2), podemos descansar e confiar no cuidado de Deus para as nossas vidas e para a nossa família.

Além de nos amar e cuidar de nós, o Senhor nos chama para fazer diferença na nossa geração. Ele deseja que por meio da nossa vida outras mulheres conheçam o amor de Deus e se entreguem a Ele. O nosso chamado é para que a nossa vida seja um testemunho vivo da graça e da misericórdia divinas. Nós somos instrumentos nas mãos do Senhor, somos vasos de honra para glorificar o nome de Cristo!

Que no dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, você mulher possa se alegrar tendo a convicção de que Deus te ama e cuida da tua vida! E que toda a tua existência seja um testemunho vivo da graça e da misericórdia do Senhor!


Por: Dsa. Claudia dos Santos Duarte
Fonte: Sou da Promessa

Quem pode entender a mulher?

“Veio uma mulher de Samaria tirar água. E disse-lhe Jesus: Dá-me de beber”. (Jo 4:7)

Mulheres, como alguém pode nos entender?

Somos consideradas o sexo frágil, mas somos capazes de dar a luz no que chamam de parto normal. Quem vai nos entender?

Se rimos quando estamos nervosas e choramos ao ouvir uma declaração amor…

Mulher é complicada mesmo, quem tem cabelo cacheado quer alisar, quem tem cabelo liso é só ter uma festa para fazer cachinhos. Se é loira pinta de preto, se é morena, faz luzes até ficar loira.

Tem mulheres que não sabem se casam ou se compram uma bicicleta…

Como entender uma mulher que passa a noite acordada cuidando do filho e às seis da manhã começa a se arrumar para ir para o trabalho?

E as mulheres que trabalham em até três empregos para sustentar sua casa?

Ou como entender uma mulher que abre mão de ter uma vida profissional bem sucedida para ficar cuidando bem de perto de sua família?

São tantos anseios e preocupações… angústias… mágoas… medos…

Como entender nossos sonhos, nossos sentimentos?

Tem mulher que quer uma coisa e faz outra totalmente diferente…

que quer paz, mas corre para a confusão…

quer amor verdadeiro, mas procura onde não existe amor…

quer segurança e proteção mas não vai para um lugar seguro…

Quem pode entender as mulheres?

O apóstolo João conta a história de uma mulher comum, que realizava suas tarefas do dia, mas era muito sofrida, teve desilusões (você já se iludiu alguma vez?), sofreu (você sabe o que é isso?), foi magoada (já magoaram você?), mas ela não desistia, estava sempre lutando para ser feliz de verdade.

Desejava ser amada, respeitada, queria carinho, atenção…

Ela teve cinco casamentos frustrados…fracassados…por fim, já não acreditava mais no matrimônio, tentando ainda ser feliz de alguma forma, aceitou ser amante.

Por conta desses fracassos do passado, ela era rejeitada pelos homens e pelas mulheres, mas ninguém sabia do que ela realmente precisava, não sabiam como estava seu coração, não entendiam tudo o que já havia sofrido.

Pois ninguém entendia os sentimentos daquela mulher, ninguém podia ver o que havia dentro do coração dela.

Assim como as pessoas não podem ver o que há dentro do seu coração.

Ela desejava tanto ser feliz e lutava por isso, mas lutava da maneira errada,

sim fez coisas erradas…

Não havia encontrado ainda uma pessoa disposta a ajudá-la.

Um dia, ela nem esperava, mas encontrou alguém que entendia seus sentimentos.

Ele falou com tanta doçura, com tanto amor, ele disse que seria capaz de mudar a vida dela, e mudou.

E ele pode mudar a sua vida. O nome dele é Jesus, o Cristo!


Thaís Ottesen congrega na IAP em Santo Ângelo (RS).
Fonte: Portal IAP

Entenda o que é a violência doméstica e familiar e saiba combatê-la

“Segundo estatísticas, em todo o Brasil, pelo menos quatro mulheres são agredidas a cada minuto”

Texto base: 1Sm 25.2-35.
 

 

Houve na história do povo de Israel uma mulher chamada Abigail, inteligente e bonita, cujo marido chamava-se Nabal, descendente de Calebe. O texto sagrado informa que Abigail vivia num contexto de violência doméstica e familiar.

Seu marido, Nabal, era homem materialmente poderoso, rude e mau (v.3), dominado pela loucura (v. 25) e dado ao uso imoderado de bebida alcoólica (v. 36). Abigail diariamente vivenciava situação de risco, própria das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, solapada a sua dignidade de mulher e pessoa humana. Certamente, não fosse a intervenção divina, veria num espaço curto de tempo consumido todos os seus sonhos e projetos, mas, através de uma iniciativa sensata, fez com que Deus mudasse o seu cativeiro: “... feriu o SENHOR a Nabal, e este morreu.” (1Sm 25.38)

A história é cíclica. Segundo estatísticas, em todo o Brasil, pelo menos quatro mulheres são agredidas a cada minuto.

Os atos de violência podem ser manifestados de várias formas e vão, desde ofensas verbais e morais até agressão física e sexual (como socos, pontapés, bofetões e estupro). Atento a esta realidade social, surgiu no cenário jurídico brasileiro a Lei nº11.340/06, cognominada “Lei Maria da Penha”, cuja norma conceitua e define as formas de agressões sofridas por mulheres no cotidiano: violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral e aumenta os rigores das penalidades aos agressores de vítimas de violência doméstica e familiar.

Um acervo de 30.000 processos feitos em andamento mostra a estatística de aproximadamente:

a) 40% – mulheres vítimas de crime de lesão corporal;

b) 50% – mulheres vítimas de crime de ameaça;

c) 9% – mulheres vítimas de contravenção penal de vias de fato (brigas);

d) 1% – mulheres vítimas de crimes contra os costumes (estupro, atentado violento ao pudor etc...) e demais contravenções penais.

Verifica-se que grande parte destes processos decorre de lares, na maioria dos casos, sem nenhuma estrutura familiar, famílias de baixa renda e uso imoderado do álcool e drogas afins. Com efeito, o contexto de violência doméstica e familiar envolve não somente a mulher, considerada vítima pela Lei, mas, todos os membros da família, inclusive, os filhos e o homem (marido ou companheiro).

São todos, vítimas do sistema opressivo que deságua nas águas fétidas da ausência de respeito mútuo e dignidade da pessoa humana. Os estudos têm demonstrado que a violência doméstica e familiar, se não tratada na origem, inevitavelmente torna- se um ciclo vicioso, repetindo-se na família dos filhos e dos filhos dos filhos que vivenciaram aquelas cenas degradantes, e que de tanto se repetirem, tornaram- se comum na convivência diária.

É a denominada “iniquidade”, ou seja, se acostumar com o pecado. O que fazer para coibir esta prática tão repulsiva.

Será que a Lei, por si só, seria a solução? Penso que não. A Igreja não pode ficar inerte diante desta realidade. A família é a base da sociedade, como reza a Constituição Brasileira. A atuação da igreja, nas áreas espiritual e social, pode muito em seus efeitos. A par da correção estatal, a Igreja poderia socorrer essas famílias por meio de um Ministério Especializado, com pessoas altamente adestradas, vida espiritual no altar, aptas a guerrear diretamente contra o império das trevas, visando resgatar o respeito mútuo, a dignidade da pessoa humana, e acima de tudo, conduzir essas pessoas a Deus, retirando-as da condição passiva de vítimas e conscientizando-as de que a partir do novo nascimento não necessitarão mais recorrerem a justiça dos homens, porque tornaram-se a própria Justiça de Deus. Somente o evangelho tem esse poder transformador.

Violência doméstica e familiar tem jeito!
“Então, Davi tomou as sua mão o que tinha trazido e lhe disse: Sobe em paz à tua casa; vês aqui que tenho dado ouvidos à tua voz e tenho aceitado a tua face.” (2 Sm 25.35.)
 
Fonte: Boletim Atos
Via: Sou da Promessa

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