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Ano Promessista - Comemore!

DATAS COMEMORATIVAS DA IGREJA ADVENTISTA DA PROMESSA

24 de Janeiro:
Fundação da Igreja Adventista da Promessa (Cultos especiais em todas as igrejas, relembrando o surgimento da igreja como instituição – o Batismo no Espírito Santo e reforçando e marco histórico para o movimento promessista).

Primeiro Sábado de Maio:
Dia da Assistência Social Adventista da Promessa (Propõe arrecadação de alimentos, roupas e valores em espécie para ajudar aos necessitados dentro e fora da igreja).
22 de Julho:
Dia do Pastor Adventista da Promessa (Homenagem ao pastor e esposa).
12 de Setembro:
Dia de Missões e Evangelismo da Igreja Adventista da Promessa (Arrecadação de recursos para implantação de igrejas no Brasil e no Exterior. Em todo o mês de setembro as igrejas são mobilizadas para orarem e ofertarem para missões).
15 de Setembro:
Dia do Unionista (Dia do Jovem Promessista).
Mês de Outubro:
Mês da criança Promessista
Segundo Sábado de Novembro:
Dia da Sofap (As Sociedades Femininas da IAP se mobilizam para implementarem suas atividades, especialmente na área espiritual).
Segundo Domingo de Dezembro:
Dia da Bíblia
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Unesco no Brasil aprova Kit Gay

Deputados evangélicos lançam petição contra distribuição do kit.

A Organização das Nações Unidas para a Educação Ciência e Cultura (UNESCO) no Brasil, representada por Vincent Defourny, aprovou material do projeto Escola sem Homofobia, conhecido como kit gay, que levará a 6 mil escolas públicas materiais para professores e alunos.

Um ofício foi enviado esta semana à Associação Brasileira de gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), informando que concebeu o material como uma ferramenta para “incentivar, desencadear e alimentar processos de formação continuada de profissionais de educação.”

O material foi apresentado à Câmara dos Deputados Comissão de Legislação Participativa, em dezembro do ano passado. Eles consistem em livros e DVDs contendo informações sobre o universo de jovens gays.

O projeto provocou e vem provocando a revolta dos evangélicos e a Frente Evangélica que esteve se mobilizando para parar a distribuição do material, conhecido como "Kit gay" no Legislativo e Executivo. A mobilização da frente do governo de Dilma começou com o anúncio da distribuição de kits.

Os evangélicos lançaram ainda uma petição chamada "Somos contra o maior escândalo no país, o Kit Gay" que circula para impedir a distribuição do material nas escolas.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), disse que a intenção dos evangélicos "é para evitar material considerado ofensivo a serem levadas para cerca de 6 mil escolas que deverão receber o material.

Há duas semanas, o deputado federal Eduardo Cunha expressou suas preocupações ao The Christian Post dizendo que isso seria uma “suposta apologia à homossexualidade” por parte do governo.

“Todos tem o direito à livre opção sexual e ao livre exercício dessa opção. O que não pode é confundir essa livre opção com o estímulo à opção sexual, ou seja, o de criar condições mentais, através da educação, de que é normal a homossexualidade,” disse o deputado.


Fonte: Christian Post
Via: Sou da Promessa

Testemunho: DEUS CURA!

Testemunho de cura da irmã Izete Rocha da Silva, da IAP em Planaltina do Goiás.

Em janeiro de 2009 a irmã Izete sentia algo estranho no seio. Preocupada, foi ao médico afim de saber o que estava acontecendo e logo o médico solicitou um exame, no qual foi constatado que a irmã Izete tinha um nódulo cancerígeno; o que trouxe muitas preocupações à família que até entrou em um certo desespero, chegando a viajar para o Nordeste para visitar a mãe, pensando que não haveria a cura.

Para a glória de Deus, em um domingo do mês de outubro de 2010, numa oração fervorosa, o Senhor Deus fez o milagre, curando a nossa irmã Izete.

Sentindo a cura, voltou ao médico que fez novos exames e confirmou que não havia mais nada! E isso trouxe grande alegria para nossa irmã.

A irmã Izete dá o seu testemunho para que o nome do Senhor, nosso Deus, seja glorificado! Amém.

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79 anos da fundação da Igreja Adventista da Promessa

Graça e paz a todos os nossos irmãos promessistas no mundo.

Hoje, pela graça de Deus, estamos celebrando o aniversário de 79 anos da Igreja Adventista da Promessa. Fazemos aqui uma homenagem ao servo de Deus, Pr. João Augusto da Silveira, fundador de nossa amada IAP.

Uma Promessa a cumprir-se:
João Augusto é batizado no Espírito Santo

O pastor João Augusto permaneceu no ministério ativo dos adventistas do 7º dia, de 1918 a 1928. Com seu desligamento recebeu uma contribuição gratificatória de um conto e quinhentos mil reis, com que comprou pequena casa perto do templo Adventista, pretendendo, com isto não se afastar dos princípios de fé e proporcionar à sua família possibilidades e facilidades em congregar-se. Nas dependências dessa igreja havia uma escola primária, na qual estudavam seus filhos: Jair, Otoniel e Junílio, na Rua João de Deus, em Torres, nos arrabaldes do Recife – Pernambuco.

Com o passar do tempo vai se desgostando e deixa de congregar, atitude igualmente tomada por sua esposa, Marcionila.

A conferência em São Paulo, de 1928 recusou a prática de se receber, por votos, crentes procedentes da Igreja Batista e os já recebidos teriam de passar por novo batismo. Com a notícia, muitos crentes fiéis não concordaram e se desligaram do movimento. Com o passar do tempo criaram uma congregação, dos separatistas, liderados pelo senhor Oséas Lima Torres, pessoa culta e simpática a todos e de grande afinidade com o pastor João Augusto. Este, juntamente com o irmão Godofredo Wanderley e respectivas famílias, passaram a congregar juntos, por pouco tempo.

Em 1929, em Caruaru, o pastor João Augusto encontra-se com o irmão Manuel “Caboclo” (Manuel Lourenço do Nascimento), adventista do 7º dia, que lhe pergunta: “O senhor já recebeu o batismo no Espírito Santo? Não, respondeu João Augusto. Não sei se irei recebê-lo. Mas a promessa é para tantos quantos Deus, nosso Senhor chamar. Todos temos direito a ela”. O irmão Caboclo põe as mãos nos ombros do pastor João Augusto e diz: “Quando O receber, escreva-me, que também desejo”. O pastor João Augusto prometeu que o faria, se isso lhe acontecesse.

Em 1931 certo pastor batista, seu amigo, sabedor de que J.A.S havia se afastado do movimento Adventista do 7º Dia, ofereceu-lhe uma igreja para pastorear e a educação de seus filhos em colégio batista. Em virtude de suas convicções religiosas, João Augusto não aceitou ao convite.

O livro Marcos que Pontilham o Caminho – 1ª edição, páginas 62 e 63 dá o seguinte relato:

“Um dia, o pastor João Augusto encontra-se com um dos decepcionados separatistas, defronte do salão deles e este lhe diz em tom de lamento: “Estou muito triste, pois à noite passada, sonhei com esta casa incendiando-se”. – Maravilhoso! Respondeu João Augusto. Fogo, meu caro, é símbolo de purificação. Quem sabe se Deus vai queimar a miséria espiritual que domina essas poucas almas, que ainda restam e se reúnem neste salão”. O pastor João Augusto não soube precisar quantos dias se passaram desde que essas palavras foram proferidas. O certo é que o dia 24 de janeiro de 1932 já estava ao entardecer. Após a refeição vespertina, ele toma de sua Bíblia e passar a recapitular as passagens referentes à Promessa do derramamento do Espírito Santo, no livro de Atos dos Apóstolos”.

Oração Respondida
Palavra de João Augusto: “Como em ocasiões anteriores, senti, também, minha alma feliz. Perguntei a Deus, dentro de mim mesmo: por que experiência tão gloriosa, que a Igreja de Jesus Cristo nos primeiros dias recebeu, cuja promessa não tem limite de tempo, lugar e pessoas, não era recebida, agora, pela Igreja cristã hodierna? Não obstante ser dito que a bênção de Abraão seria extensiva aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito? (Gl 3:14).

Nesse momento algo de sobrenatural me impulsionou a entrar no meu aposento. O que fiz e ali, ajoelhado, perto de minha cama com as mãos e olhos erguidos aos céus, pedi a Deus, como quem conversava com a maior confiança de um filho a seu pai, que reciprocamente se estimam, que alegrasse minha alma e não me deixasse ser surpreendido pela morte em circunstâncias espirituais tão incertas. Ah! como a história se repete. Não pedi para ser batizado com o Espírito Santo, mas Aquele que prometeu o Consolador aos seus discípulos e O deu lá no Cenáculo e, posteriormente, à Sua Igreja, respondeu à minha oração. Em línguas estranhas e glorificações ao Pai e ao Cordeiro Exaltado, o Espírito Santo completou em meu ser a obra excelsa da Trindade. Possuído do gozo que experimentava o meu coração, levantei-me da oração e glorifiquei a Deus pelo que havia recebido”.

Depois dessa experiência maravilhosa, levantou-se e contou-a sua esposa, que lhe disse: “Só posso crer no que você diz. E o que vai fazer agora?” – “Se eu pregava necessidade do batismo no Espírito Santo, sem ainda o ter recebido, com maior convicção o farei doravante”. Abraçaram-se e choraram.

A IAP atualmente
Hoje, a IAP conta com 1.032 igrejas e congregações, tendo cerca de 73 mil membros nos 16 países em que se encontra estabelecida, sendo eles: Argentina, Bolívia, Brasil, Camarões, Chile, Colômbia, El Salvador, Espanha, Índia, Moçambique, Nigéria, Paraguai, Peru, Portugal, Quênia e Uruguai.

Obtenha maiores informações sobre a igreja clicando aqui ou adquira o livro "Marcos Que Pontilham O Caminho - A história continua".

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Entrevista: DERME DF entrevista o missionário da IAP na Índia


Após realizar conferências missionárias em diversas igrejas no Distrito Federal, o missionário enviado por Deus através da Igreja Adventista da Promessa (IAP) à Índia concedeu uma entrevista exclusiva ao Departamento Regional de Missões e Evangelismo do Setor Distrito Federal (DERME - DF). Por servir em uma região hostil ao Evangelho, para segurança do missionário e de sua família, o seu nome não será divulgado. Não deixem de ler a entrevista completa e conhecer um pouco do que Deus tem feito através do seu servo naquele país. Boa leitura!


DERME- DF – Missionário, para nós é um privilégio compartilhar de sua experiência. Uma experiência tão rica que com certeza irá enriquecer a vida dos missionários da IAP aqui no Brasil.
Missionário – Primeiramente, quero agradecer o convite do Departamento de Missões. É um prazer estar aqui com os irmãos, e será um prazer responder essas perguntas trazendo um pouco de nossa experiência e usar esse material para que seja um incentivo a muitos que irão ler essa entrevista.

DERME- DF – O que é Missões para você?
Missionário – Para mim, Missões é ser testemunha de Cristo, é ser sal da terra, luz do mundo, em todas as estações da nossa vida. E isso engloba a minha vida social, a minha família, a minha cultura, a minha igreja. Então, eu entendo que sou uma testemunha de Cristo onde eu estou e onde for eu devo ser uma testemunha. Devo através de a minha vida estar pregando o Evangelho, seja isso em qualquer lugar. Acredito que a nossa missão é integral; ela abrange todas as esferas da nossa vida. Missões para mim é simplesmente ser uma testemunha de Cristo. Independentemente do espaço físico, de território ou de qualquer outra circunstância. O nosso maior objetivo em sermos seguidores de Cristo é de testemunhar sobre esse Cristo que nós acreditamos e servimos. Para mim, missões é isso: é ser testemunha de Cristo em todos os lugares.

DERME- DF – Sabemos que você já foi missionário em outros países. Conte-nos especificamente, como aconteceu o seu chamado para Índia?
Missionário – Aconteceu em 2003 quando nós começamos a orar por Missões em minha igreja local, em Parada de Taipas, SP. Não entendíamos direito o que era Missões, como se fazia Missões, mas começamos a orar. Foi quando naquele ano houve um congresso de missões na IAP, principalmente sobre Missões Transculturais. E foi onde eu realmente entendi Deus me chamando para entregar minha vida para os povos não alcançados. Foi ali que eu entendi o chamado de Deus para minha vida. Foi através de um Congresso de Missões onde se falou muito sobre a necessidade do mundo, a carência do mundo em ouvir o Evangelho. Então foi em 2003 que eu realmente ouvi e entendi o chamado de Deus na minha vida. Em meu treinamento, Deus não nunca me falou sobre um lugar específico como acontece com alguns. Quando Deus chama e separa a pessoa e diz: Você vai trabalhar com esse povo, com essa nação. Comigo e com minha esposa não aconteceu isso. Deus nunca falou claramente para que lugar ou com que povo nós deveríamos trabalhar. Foi uma decisão até, eu diria, racional. Porque nós vimos que na Índia nós teríamos a oportunidade de trabalhar com pelo menos três blocos religiosos. Nós teríamos contato com o Budismo, com o Hinduísmo e com o Islamismo. Então isso nos daria uma bagagem, uma experiência para que depois, em qualquer parte do mundo que nós fôssemos onde exista a presença de um desses blocos, nós já teríamos vivido essa experiência na Índia. Foi quando nós decidimos ir para a Índia. Para termos essa experiência em sermos expostos a tantas religiões e diversidade de crenças que não existe em qualquer no mundo.


DERME- DF – Ao chegar à Índia qual foi a sua impressão?
Missionário – Quando chegamos à Índia a impressão que tivemos foi muito diferente, estranha. Porque é uma cultura totalmente diferente. Muita gente na rua, muito barulho, o cheiro é diferente. Então nós ficamos um pouco assustados. Claro que já havíamos estudado bastante, mas na prática é outra coisa. Quando chegamos lá, a impressão que tivemos foi assustadora, mas ao mesmo tempo foi algo que nos chamou a atenção, nos atraiu para descobrir mais nesse mundo, fez com que nós imergíssemos nesse mundo chamado Índia.

DERME- DF – Quais as dificuldades que você enfrentou ao chegar à Índia?
Missionário – Eu acho que a maior dificuldade de qualquer missionário em qualquer parte do mundo – a primeira dificuldade, é a língua. É você não conseguir se comunicar com o povo. Apesar de nós falarmos o inglês, nós não falávamos a língua do povo. Na região onde moramos é o Híndi. Então você se torna uma criancinha, porque você não consegue comprar um pão, não consegue fazer coisas simples que aqui no Brasil fazemos com tanta naturalidade. Lá se torna um desafio diário. Portanto, a primeira dificuldade foi a comunicação. Em segundo lugar, é a saudade da família. Carência, porque nós somos muito apegados à nossa família. Então, saudade da família, da igreja, não ter uma igreja para congregar, os irmãos com quem você sempre estava em comunhão. A saudade da família é algo que pesa muito. É um dos grandes desafios que enfrentamos também. E aí vem a questão da comida, que é diferente. Na Índia é proibido comer carne, não se mata vaca. A maior parte da população é vegetariana. Então lá a gente não tem o nosso famoso churrasquinho. Então sentimos falta da comida, das roupas. Tudo era um desafio, mas eu acho que o mais difícil é você não conseguir se comunicar com o povo e a saudade da família. São dois pontos que pesam muito, creio que para qualquer missionário.

DERME- DF – Há quanto tempo vocês estão na Índia?
Missionário – A primeira vez que fomos à Índia foi em 2007 e estivemos lá por dois períodos totalizando dois anos completos. Após o primeiro ano voltamos ao Brasil para ter a nossa primeira filha, e depois, um segundo período de um ano em que viemos ao Brasil para ter o nosso segundo filho.

DERME- DF – A Índia é o sétimo maior país do mundo em extensão e abriga a segunda maior população do Globo, mais de um bilhão de habitantes. Estima-se que por volta do ano 2050 a Índia ultrapasse a China e se torne o país mais populoso do planeta. Este enorme contingente se torna um problema para a propagação do Evangelho de Cristo, uma vez que os missionários na Índia sofrem perseguição e vivem em sigilo para não serem pegos?
Missionário – Isso dificulta demais, porque não se tem liberdade religiosa. Você perde muito tempo buscando estratégias de como falar, de como compartilhar o Evangelho com essas pessoas, porque não se tem os meios de comunicação, não se tem a mídia como o rádio, televisão, folhetos como uma mídia impressa, não se pode usar revista ou um jornalzinho cristão, então isso dificulta muito. Você gasta muito tempo para compartilhar o Evangelho já que, geralmente, o Evangelho é pregado corpo-a-corpo, de pessoa a pessoa, família a família. Então é desafio enorme, e temos essa dificuldade porque lá não temos essa liberdade religiosa como temos aqui no Ocidente.

DERME- DF – Por causa da religiosidade na Índia existe uma estratégia específica para a pregação do Evangelho em todo o país, ou para cada região há uma estratégia diferente?
Missionário – Para cada região muda. Porque se você trabalha com certo tipo de povo ou etnia você usa uma determinada estratégia, mas se você trabalha com outra etnia precisa utilizar outra estratégia. Por exemplo, quando você trabalha com as classes mais baixas, geralmente se utiliza da área social. Você oferece alguma coisa para aquela pessoa, seja um curso, um prato de sopa, enfim, algo que de alguma maneira possa mudar a vida daquela pessoa socialmente, e aí sim você tem a oportunidade de compartilhar o Evangelho. Por outro lado, quando você trabalha com as classes mais altas, com pessoas mais estudadas, a estratégia muda porque as pessoas são mais cultas, intelectuais, então a abordagem muda. Depende de cada região, de cada grupo de pessoas que você trabalha; é preciso usar uma estratégia diferente. Porém, atualmente fala-se que existe cerca de 20 milhões de evangélicos secretos na Índia. É difícil até ter um censo exato de quantos evangélicos existem na Índia porque as igrejas são proibidas e as pessoas se reúnem nas casas. Portanto, as estratégias e abordagens mudam de região para região. Algumas regiões são bem mais fechadas, outras são mais abertas ao Evangelho.

DERME- DF – Qual é o projeto da Igreja Adventista da Promessa na Índia?
Missionário – O nosso projeto é formar pequenas igrejas. Quando se fala igreja é dentro do contexto da Índia; não estamos falando de construção, estamos falando de grupos de pessoas. Primeiramente formar líderes indianos, porque os próprios indianos podem levar o Evangelho para a sua própria cultura. Posteriormente, eles formarem pequenos grupos, pequenas igrejas em toda a Índia. Nós temos o desejo de morar na capital do país porque lá teríamos contato como várias etnias, com vários grupos de pessoas, e a partir dali formar líderes, e esses líderes serem enviados para plantação de igrejas em diferentes partes da Índia. Então esse é o nosso projeto na Índia: plantação de igrejas, pequenos grupos, em toda a Índia.

DERME-DF – Ao viver em tantos países diferentes e ter que se adaptar a tantas culturas, alguma vez você se sentiu sem cultura própria?
Missionário – Sim. É interessante a pergunta. Na verdade você começa a se tornar como uma esponja. Vai absorvendo um pouquinho da cultura e dos costumes de cada país onde passa. Minha cultura é brasileira, eu sou brasileiro e essa é minha identidade. Mas o meu coração é dividido, porque eu também me sinto parte da cultura indiana. Então às vezes isso traz confusão na nossa cabeça, de que cultura eu faço parte. E às vezes quando voltamos ao Brasil, temos dificuldade de recomeçar a nossa vida aqui, de nos readaptarmos à nossa própria cultura que é a brasileira, porque vamos absorvendo tantos costumes, que perdemos um pouco da nossa identidade original. Acabo me tornando um pouquinho brasileiro, um pouquinho venezuelano, um pouquinho inglês, um pouquinho indiano. E o mais bonito de tudo isso é que você vê a diversidade que Deus tem nos povos e como Ele trabalha em cima dessa diversidade dos povos, das diferentes culturas. E você começar a aprender a ser um pouquinho menos patriota. Entender que a sua cultura não é melhor do que as outras, só é diferente. São costumes diferentes, nem melhores nem piores, simplesmente diferentes.

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Projeto contra a homofobia


Gostaria de contribuir um pouco mais com o debate sobre o PLC 122/2006, “que pune a discriminação contra homossexuais”, cuja enquete esteve em andamento na página do Senado Federal.

Desta vez, minha colaboração é no sentido de permitir a você um julgamento pessoal sobre essa questão. A gente ouve vozes alarmadas, gente pedindo que você vá lá e vote “não” e acaba se sentindo manipulado.

Então, minha colaboração é a seguinte: envio em anexo todo o texto do parecer da Senadora Fátima Cleide, na Comissão de Assuntos Sociais (parecer aprovado na Comissão, na forma de um substitutivo).

Como ficaria o PLC 122/2006 se fosse promulgado hoje

Para facilitar seu entendimento da matéria, já que o PLC 122 altera uma lei já existente, eu fiz u ma consolidação. Ou seja, pego as alterações propostas e as insiro na lei alterada, de modo a você poder ler o texto final, passado a limpo, como ele ficaria se fosse promulgado hoje. Não é o caso; tem muita água para passar por baixo dessa ponte, ainda. Coloquei as alterações em outra cor para facilitar o entendimento das últimas mudanças.

Se esse assunto lhe interessar, leia o texto, leia a argumentação da Senadora e faça sua própria avaliação. Sem alarde, sem induções pró ou contra (muita gente tem escrito, perguntando se deve responder sim ou não à enquete do Senado; e eu tenho evitado uma resposta desse tipo).

Espero, com isso, estar ajudando você a adquirir uma consciência crítica e livre sobre um tema tão controvertido e que tem alarmado os cristãos. 


Rubem Amorese
Consultor Legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto

Fonte: Portal IAP